No mês de maio, o nosso pardal voou bem alto, expandindo-se com o poder das suas asas para as mais diversas paisagens. Chegou ainda mais longe, usufruindo da liberdade a que a energia de maio o desafiou. Pois bem, depois desses vôos libertadores que te levaram a explorar outras vistas e cores, está na hora de desceres das tuas alturas e regressares ao ninho.

 

O mês de junho vibra sob a energia do 6, o número que simboliza os afetos e a harmonia, o número do teu porto seguro. 
Onde fica ele? Onde acorres quando precisas repousar do teu vôo? Onde quer que seja, quem quer que seja, considera esse lugar o teu lar, a tua família.

É no lar que devemos encontrar a segurança, o conforto e o equilíbrio que precisamos para voltar a voar. Volta às tuas origens e reflete no teu interior: como te sentes quanto se fala em família ? A mágoa? A tristeza? A alegria? A união?

 

Qualquer que seja o sentimento que te une a esse ninho, aproveita a energia do ano universal (3) aliada à deste sexto mês para expressar o que sentes: diz “amo-te” ao teu cônjuge, aos teus pais, aos teus filhos ou irmãos.

Mostra afetos com pequenos gestos e não apenas em ocasiões ou momentos formais: que tal surpreender com uma flor ou um bom jantar cozinhado com amor para quem mais amas? Abre-te e mostra-te disponível para falares do que te magoa ou te entristece. Visita quem já não vês e abraça quem mais precisa.

Pois a energia do mês 6 aliada à energia do ano universal 3 permite-nos reger sob a energia do número 9, indicando um momento favorável para desapegar do passado que nos magoa, de palavras e ações mal interpretadas, para praticar a tolerância, o diálogo, o desapego e o perdão.

 

Qualquer que seja a história das tuas origens, liberta-te de tudo o que já não te serve pois se queres continuar a voar, volta ao céu, mais leve e sem nada que te pese ou retenha.

Neste mês, lembra-te o teu ninho, perfeito ou imperfeito, é o pilar sobre o qual edificaste a tua pessoa. Se os ramos do ninho não te trouxeram o conforto e segurança que precisaste, agradece pois foi o que ajudou a precipitar o teu vôo e emancipação.
Se o ninho era o aconchego que sempre desejaste, agradece pois foi o que te deu força para enfrentares o mundo.

Qualquer que seja o teu ninho, agradece tê-lo; agradece o que aprendeste nele; agradece pois é no seio dele que nasce a oportunidade de praticar aquilo que realmente te permitirá evoluir enquanto ser: o amor incondicional.


E só amando o ninho de onde vens, serás capaz de amar a pessoa que devirás...

 

Manuela Castro | Numeróterapeuta&Numerógrafa